sabato 2 maggio 2015

Sobre o Bem e o Mal

A minha vida foi muito serena, apesar de qualquer problema que me procurou grande dor. O falecimento dos meus país, o meu despedimento sem pré-aviso a novembro do ano 2000, o longo período de três anos e meio em que meu filho de 30 anos não conseguiu encontrar trabalho, a convivência de quase 15 anos com a minha sogra. Portanto não posso dizer nada a respeito do mal que muitas pessoas têm tido na vida deles. A velhice manda-me a refletir que provavelmente a experiência do mal possa chegar na maneira improvisa. Por isso eu estou-me preparando. Penso com frequência ao mal que destrói o mundo, mas não posso atribuir a Deus a responsabilidade disto. A presença do mal no mundo, pra mim, é de atribuir só a humanidade que recusou o projeto de Amor Dele. O egoísmo, a arrogância, a fome de poder, a ignorância, não respeitar os dez mandamentos, e sobretudo a falta de Amor,  são pra mim as principais causas do mal no mundo. Eu também não sou perfeito, ninguém o é, mas é a vontade de melhorar, a consciência  de ser fraco, a força de superar as dificuldades que nos diferencia daquelas pessoas que fazem do egoísmo até a falta de Amor a própria crença, o próprio estilo de vida. O binômio do bem e do mal é um mistério que ninguém pode explicar. A resposta é na fé que cada um de nós tem. Há uma experiência de São Agostino que pode bem explicar tudo isso, quando a beira do mar encontra um menino que tenta de por a água do mar num pequeno balde. São Agostino lhe diz que não é possível fazer isso, e o menino lhe réplica que explicar também o mistério da Trinidade só com a razão não é possível. Eu acredito que Deus tenha resolvido o problema mandando o Filho Dele a sofrer na terra até a morte. Vencendo a morte Ele venceu o Mal também, salvando toda a humanidade, mas só quem se arrependerá das ações malditas feitas na terra. Só assim o Novo Eterno Mundo será em Paz matando por sempre o Mal. A presença da dor nesta terra, causada pelo Mal, é escrita muito bem para Paolo Coelho também num episódio (A história do lápis) de um livro dele que se intitula "Ser como o rio que flui". Ele escreve:  "De vez em quando eu preciso parar o que estou escrevendo, e usar o apontador. Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas no final, ele está mais afiado. Portanto, saiba suportar algumas dores, porque elas o farão ser uma pessoa melhor.”
Esta minha reflexão é muito sintética mas espero de ter bem explicado o meu pensamento. Espero que você entender o meu português. Sempre disponível a mudar as minhas opiniões porque tudo isso é realmente muito complicado

venerdì 8 agosto 2014

Xeque-Mate

Um ano depois voltei num lugar medieval perto de Ventimiglia, que fica na região lígure, que se chama Apricale (http://www.apricale.org/it/index.asp).

 A ocasião foi a mesma da última vez, assistir a um espectáculo teatral itinerante. Esta vez o título do espectáculo do Teatro da tosse é Xeque - Mate.
(http://www.teatrodellatosse.it/joomla/index.php). 
O camarote aprontado na praça principal de facto era uma xadrez. Não quero contar a história porque o espectáculo continua até o dia 16 agosto 2014 e ainda não quero levantar a surpresa a quem desejasse assistir. Só incluo algumas photos. O público, que fica em pé, é repartido em grupos pois as estradas de Apricale são muitos estreitas e pra ver as cenas recitadas pelo actor precisa ser poucas pessoas. O espectáculo começa as 21.00 e acaba a meia-noite. O público tem que caminhar seguindo os organizadores e parar em frente aos vários pequenos camarotes. Nessa maneira todos possuem ver, ouvir e bater palmas. Ao final todas as pessoas se encontram na praça para assistir à ultima cena e bater palmas todos juntos. Posso assegurar gargalhadas e motivos de grande reflexão sobre a vida de cada dia. Os actores são vestidos como as peças do xadrez, o Rei a Rainha as Torres e os Cavalos os Bispos e Peões, todos com a própria história pessoal.


APRICALE


Neste lugar há uma maneira nova de permanecer com o seu Hotel espalhado Muntaecara (http://www.muntaecara.it)

giovedì 6 giugno 2013

NANA NANA ARIANNA

É com muito prazer que compartilho com todos os meus leitores do Blog a minha Nana nana composta por a minha primeira neta Arianna


É a versão português, por todos os meus parentes e amigos que moram no Brasil, da Ninna nanna escrita pra mim em italiano.

martedì 23 aprile 2013

A CRISE NA ITÁLIA

A crise é o tema mais discutido já há muito tempo. Cada um de nós tem ou teve a desgraça de topar com a crise porque foi despedido ou porque teve de fechar a atividade empresarial, ou porque foi incentivado a deixar a empresa e ainda espera a pensão, ou porque tem filhos que não encontram trabalho ou porque ....... e aqui a lista poderia ser numerosa.  Alguém escreveu que não é mais possível voltar aos anos passados, outros disseram que a crise chega quando os clientes não pagam, outros mais tem mencionado que Einstein disse que a crise desenvolve o engenho e que sem crise não existem os desafios. Alguém disse que uma coisa é contar anedotas respeito à crise e outra coisa é a consistência de enfrentar o dia a dia e pôr de acordo o almoço com o jantar. Na minha modesta opinião, todas estes afirmações são verdade apesar que algumas, aparentemente, estão em contradição. A crise deve ser enfrentada com franqueza, sem esperar que outros solucionam os nossos problemas, arregaçar as mangas e ser disponíveis a aceitar trabalhos menos atraente como descarregar a mercadoria de um caminhão durante a noite. Muitos jovens, licenciados e diplomados, não vão ter uma pensão e nem sequer um futuro e abandonaram a ideia de trabalhar no ramo da própria especialização para buscar qualquer coisa, continuando a estudar em várias áreas com o objetivo de fazer uma pequena empresa familiar sem esperar de ser assumidos. Eu quero voltar à frase de Einstein que diz " ...a crise, aquela verdadeira, é a crise da incompetência....". Se esta crise não é uma errada comunicação, exagerada com um correr a palavra, onde um dizia cento e um outro entedia mil, ou por causa das palavras de uma multidão de pessoas expertas que dizem coisas mentiras, quem é a pessoa incompetente? O político e o empresário que querem obter grandes benefícios  em detrimento dos trabalhadores, ou o trabalhador que não tem as competência necessária pra respeitar o trabalho que ele tem que fazer? Onde uma Nação pode ir se o engenheiro adapta-se a fazer  o vendedor de fruta, ou o biólogo  a fazer o empregado, ou o licenciado de Direito a fazer o domestico? Enfim o que futuro tem um País  se a maioria dos licenciados e diplomados não consiga a crescer em profissionalismo  nas matérias que estudaram  e que têm custado muitos sacrifícios? Se entre os políticos e importantes gestores públicos e de empresas não publicas  rege a incompetência,  que eles também vão a descarregar a mercadoria; pelo contrario eles pretendem de nos ensinar a viver ou pior a subtrair dinheiro publico sem ser castigados. É uma praxe comum que quem governa a Itália queria uma população ignorante para contar-lhe o que eles querem e abusar do puder. Os investimentos na escola e na pesquisa cientifica o demonstram. Os Países onde se investe o 10-15% do Produto National Bruto nos estão superando, (www.ilsole24ore.com/art/notizie/2012-12-05/scuola-funziona-meglio-quella-090650.shtml?uuid=AbkcxG9G), e o nosso "produto nacional bruto" decresce ano por ano. Os sindicatos, eles também, continuam a repetir, como um disco quebrado "nos-sentamos à volta de mesa pra discutir todos os problemas, de uma vez para sempre". Se eu tivesse de pôr em fila todas as mesas das negociações por criar ocupação e estratégias pelo futuro, talvez não seria necessária a distancia entre a terra e a lua. Eu conheço empresas cujo trabalhadores, encontrando-se com os representantes   sindicais, têm preferido reduções de paga para evitar despedimentos de colegas deles.  Eu estou cheio de lutas ideológicas, precisamos de ser mais concretos e olhar com coragem a realidade; estas são as coisas que desejo não se repitam mais. O ramo bancário também, com o único objetivo de maximizar os resultados econômicos, continua fazendo  reduções de pessoal e reduzir  empréstimos aos pequenas e médias empresas, contribuindo à falência deles; estas empresas, alma e orgulho da Itália, diminuem cada vez mais e isto não se pode aceitar seja por a redução de ocupação seja por aquela do Produto National Bruto. O Estado abandonou as, esquecendo que eles têm sido a origem do nosso passado de bem-estar. Deveria-se incentivar o artesanato local, ajudar  a agricultura e o ramo alimentar sem  multá-lo por ter produzido demasiado leite; pelo contrario se investe sempre e somente nas mesmas multinacionais. Eu estimo e admiro as pessoas que, depois ter sofrido injustiças de qualquer espécie, conseguem a inventar-se de novo um trabalho ou uma nova profissão, adequando-se a fazer qualquer coisa. Mas não devemos nos-esquecer que não somos todos iguais e há pessoas que psicologicamente não  agüentam mais, que sentem-se abandonadas da Sociedade chamada Civil, que talvez sofreram, além das humilhações no mundo do trabalho das outras desilusões também. Se todos reagissem na maneira  adequada a crise não  existiria; pelo contrario as dimensões de desempregados, desocupados, pessoas sem salário e sem pensão está alcançando níveis incríveis. E a política o que faz? Brinca a fazer obstrucionismo. Os políticos não têm consideração alguma por nada e ninguém. Chefes d'empresas e trabalhadores que chegam a cometer ações extremas deveriam ficar sobre a consciência deles a vida inteira; pelo contrario tudo corre sobre as costas deles como água fresca. É a mesma coisa que matá-los uma segunda vez, mas as culpas são sempre aquelas de outros. Tem uma forte necessidade de políticos jovens, novos e honestos, capazes de entender as necessidades verdadeiras de um povo e de mandar crescendo a Nação.   Esta é a minha esperança.

sabato 30 marzo 2013

A minha nação: a Itália


O que estou lendo e ouvindo nestes dias na Itália é incrível. Parece que ninguém entenda que a situação política e social é muito perigosa, talvez explosiva. Todavia penso que poderia ser pior. As pessoas que deveriam encontrar uma solução política estão fazendo obstrucionismo em Parlamento sem considerar as dificuldades do povo. Os deputados e senadores eleitos não são dignos de representar os italianos. A nossa nação é a única no mundo a ter uma multidão de facções políticos que são só um obstáculo pra governar este país: esta democracia é só aparente. A culpa de tudo isso, para mim, é do povo que dá confiança as pessoas que não a merecem. O Brasil em breve vai nos ultrapassar em estratégias política e econômica. Se continuar assim poderiam ser considerados um país de quarto mundo. Se eu fosse um jovem deixarei sem hesitação o meu país para viver e encontrar trabalho no exterior. Os jovens que ficam aqui não tem esperança alguma. A ignorância e a arrogância reina seja onde for e a corrupção e o vício alastram.
Apesar de tudo isso os políticos brigam para obter privilégios deixando o povo em pobreza. É incrível como todos os políticos usem a palavra "responsabilidade" sem saber o seu significado. A responsabilidade deve ser só aquela dos outros. Quem sabe se nós seremos capazes de sair desta péssima situação. Nós precisamos de um esforço de orgulho muito forte.