A crise é o tema mais discutido já há muito tempo. Cada um de nós tem ou teve a desgraça de topar com a crise porque foi despedido ou porque teve de fechar a atividade empresarial, ou porque foi incentivado a deixar a empresa e ainda espera a pensão, ou porque tem filhos que não encontram trabalho ou porque ....... e aqui a lista poderia ser numerosa. Alguém escreveu que não é mais possível voltar aos anos passados, outros disseram que a crise chega quando os clientes não pagam, outros mais tem mencionado que Einstein disse que a crise desenvolve o engenho e que sem crise não existem os desafios. Alguém disse que uma coisa é contar anedotas respeito à crise e outra coisa é a consistência de enfrentar o dia a dia e pôr de acordo o almoço com o jantar. Na minha modesta opinião, todas estes afirmações são verdade apesar que algumas, aparentemente, estão em contradição. A crise deve ser enfrentada com franqueza, sem esperar que outros solucionam os nossos problemas, arregaçar as mangas e ser disponíveis a aceitar trabalhos menos atraente como descarregar a mercadoria de um caminhão durante a noite. Muitos jovens, licenciados e diplomados, não vão ter uma pensão e nem sequer um futuro e abandonaram a ideia de trabalhar no ramo da própria especialização para buscar qualquer coisa, continuando a estudar em várias áreas com o objetivo de fazer uma pequena empresa familiar sem esperar de ser assumidos. Eu quero voltar à frase de Einstein que diz " ...a crise, aquela verdadeira, é a crise da incompetência....". Se esta crise não é uma errada comunicação, exagerada com um correr a palavra, onde um dizia cento e um outro entedia mil, ou por causa das palavras de uma multidão de pessoas expertas que dizem coisas mentiras, quem é a pessoa incompetente? O político e o empresário que querem obter grandes benefícios em detrimento dos trabalhadores, ou o trabalhador que não tem as competência necessária pra respeitar o trabalho que ele tem que fazer? Onde uma Nação pode ir se o engenheiro adapta-se a fazer o vendedor de fruta, ou o biólogo a fazer o empregado, ou o licenciado de Direito a fazer o domestico? Enfim o que futuro tem um País se a maioria dos licenciados e diplomados não consiga a crescer em profissionalismo nas matérias que estudaram e que têm custado muitos sacrifícios? Se entre os políticos e importantes gestores públicos e de empresas não publicas rege a incompetência, que eles também vão a descarregar a mercadoria; pelo contrario eles pretendem de nos ensinar a viver ou pior a subtrair dinheiro publico sem ser castigados. É uma praxe comum que quem governa a Itália queria uma população ignorante para contar-lhe o que eles querem e abusar do puder. Os investimentos na escola e na pesquisa cientifica o demonstram. Os Países onde se investe o 10-15% do Produto National Bruto nos estão superando, (www.ilsole24ore.com/art/notizie/2012-12-05/scuola-funziona-meglio-quella-090650.shtml?uuid=AbkcxG9G), e o nosso "produto nacional bruto" decresce ano por ano. Os sindicatos, eles também, continuam a repetir, como um disco quebrado "nos-sentamos à volta de mesa pra discutir todos os problemas, de uma vez para sempre". Se eu tivesse de pôr em fila todas as mesas das negociações por criar ocupação e estratégias pelo futuro, talvez não seria necessária a distancia entre a terra e a lua. Eu conheço empresas cujo trabalhadores, encontrando-se com os representantes sindicais, têm preferido reduções de paga para evitar despedimentos de colegas deles. Eu estou cheio de lutas ideológicas, precisamos de ser mais concretos e olhar com coragem a realidade; estas são as coisas que desejo não se repitam mais. O ramo bancário também, com o único objetivo de maximizar os resultados econômicos, continua fazendo reduções de pessoal e reduzir empréstimos aos pequenas e médias empresas, contribuindo à falência deles; estas empresas, alma e orgulho da Itália, diminuem cada vez mais e isto não se pode aceitar seja por a redução de ocupação seja por aquela do Produto National Bruto. O Estado abandonou as, esquecendo que eles têm sido a origem do nosso passado de bem-estar. Deveria-se incentivar o artesanato local, ajudar a agricultura e o ramo alimentar sem multá-lo por ter produzido demasiado leite; pelo contrario se investe sempre e somente nas mesmas multinacionais. Eu estimo e admiro as pessoas que, depois ter sofrido injustiças de qualquer espécie, conseguem a inventar-se de novo um trabalho ou uma nova profissão, adequando-se a fazer qualquer coisa. Mas não devemos nos-esquecer que não somos todos iguais e há pessoas que psicologicamente não agüentam mais, que sentem-se abandonadas da Sociedade chamada Civil, que talvez sofreram, além das humilhações no mundo do trabalho das outras desilusões também. Se todos reagissem na maneira adequada a crise não existiria; pelo contrario as dimensões de desempregados, desocupados, pessoas sem salário e sem pensão está alcançando níveis incríveis. E a política o que faz? Brinca a fazer obstrucionismo. Os políticos não têm consideração alguma por nada e ninguém. Chefes d'empresas e trabalhadores que chegam a cometer ações extremas deveriam ficar sobre a consciência deles a vida inteira; pelo contrario tudo corre sobre as costas deles como água fresca. É a mesma coisa que matá-los uma segunda vez, mas as culpas são sempre aquelas de outros. Tem uma forte necessidade de políticos jovens, novos e honestos, capazes de entender as necessidades verdadeiras de um povo e de mandar crescendo a Nação. Esta é a minha esperança.